
“Ele (Moro) estava muito próximo desse movimento político, tanto que no segundo turno ele faz aquele vazamento da delação do Palocci.
A quem interessava isso? Ao adversário do PT. Depois, ele aceita o convite, que é muito criticado, para ser ministro deste governo Bolsonaro, cujo adversário ele tinha prendido. Ficou uma situação muito delicada, se discute a correição ética desse gesto”, disse Gilmar.
Questionado se houve uma intenção política premeditada por parte de Moro ao publicar a delação, respondeu Mendes: “a mim me bastam os fatos. O vazamento desta delação naquele momento tinha o intuito que se pode atribuir”. (Do Conversa Afiada)

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