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quarta-feira, 15 de novembro de 2017

Polícia registra dois crimes cruéis no fim de semana, com vítimas decapitadas e esquartejadas



Dois crimes cruéis foram registrados no fim de semana em Fortaleza. Em um deles, uma cabeça humana foi encontrada na noite deste domingo (12) em plena via pública. O caso ocorreu por volta das 19 horas, quando populares acionaram a Polícia após a descoberta macabra numa das avenidas mais movimentadas da zona oeste da cidade.

A Polícia já está investigando o caso e acredita que a cabeça seja de um homem que foi assassinado durante a madrugada de domingo e foi decapitado. O crime ocorreu em uma favela no bairro Bela Vista. Apenas o tronco e os membros foram localizados pela Polícia no local onde os assassinos deixaram o cadáver mutilado. Horas depois, veio a informação da localização da cabeça a vários quilômetros do primeiro local.

Equipes da Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) e da Perícia Forense do Ceará (Pefoce) foram acionadas para atender as duas ocorrências. Policias militares que estiveram na favela no bairro Bela Vista informaram que há relatos de que o crime pode ter sido praticado por conta da rivalidade entre facções criminosas.


Garota esquartejada

O outro crime cruel ocorrido no fim de semana teve como vítima uma garota de apenas 15 anos. A adolescente havia saído de casa, na Rua Santa Helena, no bairro Parque Santa Maria, em Messejana, na tarde de sábado, por volta de 16 horas, afirmando para os pais que iria à residência de uma amiga, e acabou desaparecendo.

No domingo, o pai da menina registrou um Boletim de Ocorrência (B.O.) na Delegacia Metropolitana de Caucaia (DMC). Revelou o sumiço da menina, identificada como Chaiane dos Santos Nogueira. E acabou contando que, através de uma ligação, alguém informou que a garota havia sido seqüestrada e mantida em cárcere privado.

Horas após a informação ter sido transmitida à Polícia, o corpo de Chaiana foi encontrado no Mangue do bairro Vila Velha. O corpo da adolescente estava despedaçado e no tronco e braços havia sinais de tortura, golpes de faca e membros mutilados, caracterizando um esquartejamento.


Fonte: Blog do Jornalista Fernando Ribeiro
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terça-feira, 19 de setembro de 2017

Divisão de homicídios pede à Justiça mais tempo para investigar massacre de presos em Alcaçuz

Confronto de facções na penitenciária de Alcaçuz terminou com pelo menos 26 detentos mortos (Foto: Andressa Anholete/AFP)

Oito meses após o mais sangrento episódio da história do sistema prisional potiguar, ainda não há qualquer expectativa de quando os responsáveis pela matança de 26 presos dentro do maior presídio do Rio Grande do Norte serão punidos. Na última sexta-feira (15), diante da necessidade de mais tempo para apontar que foram os mentores e os executores do chamado 'Massacre de Alcaçuz', a

Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) solicitou um prazo maior para concluir o inquérito.

"Não estabelecemos o prazo no pedido. Quem define é o Poder Judiciário", pontuou Marcos Vinícios, responsável pelas investigações. Ainda de acordo com o delegado, o que se tem de concreto até o momento é o indiciamento, por homicídio, de cinco presos.

Pavilhões foram incendiados durante as rebeliões  (Foto: Elias Medeiros/G1)

Vale lembrar que outros 111 detentos chegaram a ser indiciados por danos ao patrimônio público – uma vez que grades foram arrancadas das celas, paredes derrubadas e pavilhões incendiados – mas o processo acabou arquivado por ausência de elementos que atestassem a materialidade e indícios de autoria.

 Cinco presos, apontados como chefes do PCC em Alcaçuz, foram retirados da penitenciária e transferidos para Rondônia   (Foto: Divulgação/GOE)
Cinco presos, apontados como chefes do PCC em Alcaçuz, foram retirados da penitenciária e transferidos para Rondônia (Foto: Divulgação/GOE)

Indiciados

Apontados como chefes do Primeiro Comando da Capital (PCC), facção rival do Sindicato do Crime do RN, os cinco detentos indiciados foram retirados de Alcaçuz ainda em meio ao calor das rebeliões e transferidos no final de janeiro para o Presídio Federal de Porto Velho, em Rondônia. São eles:

  1. João Francisco dos Santos, ‘Dão’, 30 anos. Condenado a 39 anos por ter matado o radialista F. Gomes, em Caicó. É natural de Caicó/RN.
  2. José Cláudio Cândido do Prado, ‘Doni’, 37 anos, nascido em 10/09/1979, natural de Campo Grande/MS. Condenado a 75 anos de prisão pela prática dos crimes de homicídio, roubo e tráfico de drogas.
  3. Paulo Márcio Rodrigues de Araújo, 31 anos: É preso provisório, ainda não foi condenado. É da cidade de Ipanguaçu/RN.
  4. Tiago de Souza Soares, ‘Decinho’, 30 anos, nascido em 05/12/1986, natural de Mossoró/RN. Condenado a 38 anos e seis meses pela prática dos crimes de homicídio e tráfico de drogas.
  5. Paulo da Silva Santos, ‘Paulo Fuzil’, 42 anos, nascido em 29/08/1975, natural de Linhares/ES. Condenado a 32 anos pelos crimes de extorsão e tráfico de drogas.
José Francisco dos Santos; José Claudio Cândido do Prado; Paulo Marcio Rodrigues de Araújo; Thiago de Souza Soares; e Paulo da Silva Santos são apontados como chefes do PCC dentro de Alcaçuz (Foto: Polícia Civil/Divulgação)
José Francisco dos Santos; José Claudio Cândido do Prado; Paulo Marcio Rodrigues de Araújo; Thiago de Souza Soares; e Paulo da Silva Santos são apontados como chefes do PCC dentro de Alcaçuz (Foto: Polícia Civil/Divulgação)




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segunda-feira, 18 de setembro de 2017

164º Homicídio em Mossoró 2017: Motociclista é morto a tiros quando voltava de festa no Bom Jesus




Danilo Jefferson da Silva, que residia no Bairro Malvinas, foi morto com cinco disparos de arma de fogo, durante a madrugada desta segunda feira 18 de setembro de 2017 no Bairro Bom Jesus em Mossoró, região Oeste do Rio Grande do Norte.

O crime aconteceu por volta de 01h20min na Rua Josefa Xavier de Medeiros e segundo relatos da PM, Danilo tinha acabado de sair de uma festa no Júniors Bar e quando retornava pra casa em uma moto,na companhia de um amigo e de uma mulher, a 150 metros do clube foi intercepatado por homens que ocupavam um carro de cor vermelha que se aproximaram e efetuaram os disparos.

Os três ocupantes caíram da moto, mas segundo a polícia apenas Danilo Jeferson foi atingido pelos disparos e morreu no local. O amigo dele sofreu um ferimento na testa, em consequência da queda.

Quanto a mulher não há informações do seu estado de saúde, pois quando a Polícia Militar chegou no local, ela não estava mais lá e segundo testemunhas, a mesma pegou uma carona e foi embora.

Os criminosos fugiram após matarem Danilo Jeferson e não foram identificados. O amigo dele que sobreviveu ao ataque, disse ao delegado de Plantão, que estava com Danilo e que conheceram a mulher que voltava com eles na moto, dentro do clube Juniors Bar e que não reconheceu os atiradores.

Até o momento não há informações sobre a motivação do crime. A Polícia não soube informar se a vítima tinha antecedentes criminais.

O corpo de Danilo Jeferson da Silva, foi removido, após a perícia e encaminhado a base do ITEP, onde será necropsiado e depois liberado para ser enterrado.

Com mais um homicídio registrado em Mossoró, a cidade passa a contabilizar 164 assassinatos neste ano de 2017. O caso será investigado pela Divisão de Homicídios (DHPP).









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sábado, 16 de setembro de 2017

Atentado no Planalto 13 de Maio resulta na morte de um adolescente e dois homens feridos

Anderson Araújo dos Santos, de 17 anos, morreu ao dar entrada no Hospital Regional Tarcísio Maia (HRTM).

Um atentado no bairro Planalto 13 de Maio, em Mossoró, resultou na morte de um adolescente e mais duas pessoas feridas. O ataque aconteceu no início da noite da quinta-feira, 14 de setembro, na Rua Martins Júnior. Dois homens armados chegaram em uma moto e atiraram contra as pessoas que estavam na calçada.

Anderson Araújo dos Santos, de 17 anos, foi atingido e morreu ao dar entrada no Hospital Regional Tarcísio Maia (HRTM). O pai do adolescente, Alcimar Araújo dos Santos, de 42 anos, e um amigo da família, identificado como Francimar Maximino, de 39 anos, também foram baleados, mas não correm risco de morte.

A Polícia Militar foi acionada, mas quando chegou no local do crime, as vítimas já haviam sido socorridas e os criminosos tinham conseguido fugir.

Não há informações sobre o que teria motivado o ataque nem sobre a a identidade dos assassinos. O caso será investigado pela Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).
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