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quinta-feira, 19 de outubro de 2017

Mãe de professor é assassinada dentro de casa na zona rural de Passagem, RN



A violência desenfreada no Rio Grande do Norte a cada dia faz mais vítimas e não tem limites. Uma mulher foi assassinada dentro de sua própria residência na noite desta terça-feira (17), no sítio Jacuzinho, município de Passagem, na região Agreste Potiguar.

A vítima identificada como Luiza Maria Costa, mais conhecida como dona Elô, de 66 anos, mãe do professor Márcio Dantas que leciona na rede de ensino de Santo Antônio, teve sua casa invadida e foi morta brutalmente após bandidos tentarem realizar um assalto.

Por meio de seu perfil pessoal no Facebook, o professor relatou que os criminosos entraram pelo telhado da casa e a mataram. Ele contou que vive o pior dia de sua vida.

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quarta-feira, 4 de outubro de 2017

Justiça manda a júri popular mãe que matou e queimou filho por ser gay em SP



Itaberli ao lado da mãe | Foto: Reprodução/ Facebook

A Justiça decidiu submeter a júri popular a mãe que matou o filho de 17 anos por ele ser homossexual, em Cravinhos, no interior de São Paulo, em dezembro . Além da mãe, a ex-gerente de supermercado Tatiana Ferreira Lozano Pereira, de 32 anos, Victor Roberto da Silva, de 19, e Miller da Silva Barissa, de 18, também serão julgados como autores da morte de Itaberli Lozano. A vítima foi morta a facadas e teve o corpo queimado. Os três responderão pelo crime de homicídio triplamente qualificado, já que teria sido cometido por motivo torpe, meio cruel e sem dar chance de defesa à vítima. Tatiana também é acusada de ocultação de cadáver. Na mesma decisão, a Justiça mandou soltar o padrasto da vítima, Alex Canteli Pereira, por considerar que as provas contra ele são insuficientes para mantê-lo preso. O suspeito já deixou o Centro de Detenção Provisória (CDP) de Taiuva, onde estava detido, mas responderá por ocultação de cadáver. O Ministério Público Estadual vai recorrer contra a decisão de soltar o suspeito. Tatiana e os outros acusados continuam na prisão. O advogado de defesa dela, Hamilton Paulino Pereira Junior, vai entrar com recurso sob a alegação de que as provas contra Tatiana também são frágeis. O mesmo argumento será usado pelo advogado dos outros dois acusados, Flávio Tiepolo, para pedir a soltura deles. De acordo com a investigação policial, Itaberli foi morto no dia 29 de dezembro, mas seu desaparecimento só foi registrado dois dias depois pela avó do adolescente. O corpo foi encontrado, carbonizado em um canavial, no dia 7 de janeiro. O reconhecimento foi feito por meio de exame de DNA. Antes de desaparecer, o adolescente postou em rede social ter sido agredido e ameaçado pela mãe por ser gay. "Que tristeza as famílias sem um pingo de amor, nem a mãe por um filho", escreveu. "Família em primeiro lugar, é o que há ahahah". Ao lado da foto em que estavam a mãe e o padrasto, numa referência às agressões, ele escreveu: "Queria ver a recepção dos dois na cadeia." À polícia, a mulher inicialmente confessou ter dado uma facada no filho porque ele a atacara, depois mudou a versão e acusou os dois rapazes, a quem ela havia pedido apenas para dar "um corretivo" no adolescente. Eles, no entanto, disseram que bateram e tentaram enforcar o rapaz na casa da mãe, mas foi ela quem desferiu as três facadas que mataram Itaberli. Tatiana teve ajuda do marido - padrasto do rapaz - para enrolar o corpo em um edredom, transportar e queimar. Houve ainda a participação de uma estudante de 16 anos, que acabou dando informações à polícia sobre o caso. O MP sustenta que o crime foi motivado por homofobia, pois a mãe não aceitava a condição do filho de ser gay. Em depoimento, ela chegou a dizer que "não aguentava mais ele", reclamando que o filho levava homens para casa e usava drogas. Para a promotoria, ficou patente a homofobia pela inconformidade da mãe com o fato de o filho ser gay. Já a polícia acredita que ele foi morto em razão dos conflitos familiares. A data do julgamento ainda será definida pela Justiça, que decretou sigilo no processo.
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segunda-feira, 2 de outubro de 2017

Bebê é colocado no chão e mãe executada a tiros



Maria José do Nascimento Farias tinha 22 anos (Foto: Arquivo da Família)
Uma mulher de 22 anos foi executada a tiros na cidade de Ceará-Mirim, Grande Natal, neste domingo (1º). De acordo com a polícia, ela amamentava a filha de nove meses no momento em que foi abordada pelos assassinos.

Segundo o delegado Marcos Vinícius, da Divisão de Homicídios e Proteção a Pessoa (DHPP), Maria José do Nascimento Farias estava sentada na frente da casa onde morava com a criança no colo, conversando com um vizinho, quando os criminosos chegaram. “Dois homens em uma moto”, complementa o delegado.

Testemunhas relataram que os dois ordenaram que ela deixasse a criança no chão antes de matá-la. Ainda de acordo com o delegado Marcos Vinícius, um dos homens disse “é você” antes de atirar.

Maria José correu para o quintal de casa e depois voltou por um beco lateral à residência, onde foi executada pelos criminosos. Os dois homens fugiram e não foram mais vistos. Marcos Vinícius afirma que ambos estavam com os rostos cobertos e não foram identificados.

Depois que os bandidos foram embora, o vizinho retornou o local e socorreu a criança, que já está sob a guarda do pai.



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quinta-feira, 28 de setembro de 2017

Mãe é presa suspeita de pôr fogo em casa com os 3 filhos dentro para 'dar susto' em namorado



Policiais militares combateram as chamas dentro de casa em Perolândia (Foto: Divulgação/Polícia Militar)

Uma jovem de 24 anos foi presa suspeita de colocar fogo na própria casa, com os três filhos dentro, na terça-feira (26), em Perolândia, na região sudoeste de Goiás. De acordo com a Polícia Militar, ela afirmou que provocou o incêndio para “dar um susto” no namorado dela. As crianças têm quatro, dois anos e o caçula tem apenas dois meses, mas, felizmente, ninguém se feriu.

O sargento Lazair Ferreira de Souza afirmou ao G1 que a corporação foi acionada pelo pai da jovem, e que, por pouco, as crianças e a própria suspeita não são atingidos pelo fogo. “Ela colocou fogo com todo mundo dentro. Na hora que a gente chegou, os parentes e vizinhos já tinham tirado as crianças, mas ela ainda estava lá dentro. Pegamos a mulher e, depois de combater o fogo, a levamos para a delegacia”, contou o policial militar.

O caso ocorreu na tarde de terça-feira, em Perolândia. Segundo a corporação, o fogo foi combatido pelos próprios policiais. O sargento contou que a jovem havia colocado fogo em um pano que estava sobre uma mesa de madeira. Ele disse que quando a PM chegou no local, as chamas tinham atingido um colchão.

“Nós chegamos e imediatamente afastamos um berço, que tinha riscos de ser atingido, pegamos o colchão, viramos ele e conseguimos combater o fogo. Graças a Deus ninguém se feriu. A gente assustou, porque uma mãe fazer isso, com crianças tão pequenas, para se ter ideia o mais novo tem apenas dois meses de vida”, afirmou.

A jovem foi levada para a delegacia, a 14ª Regional de Jataí, onde foi autuada por causar incêndio, expondo perigo a vida, a integridade física ou ao patrimônio. A pena para este tipo de crime é de três a seis anos de prisão, além do pagamento de multa.

*Por Murillo Velasco, G1 GO
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terça-feira, 26 de setembro de 2017

Mãe é detida por abandonar bebê de 4 meses em calçada para ir ao forró, diz polícia

Uma Mulher foi presa em Itu (SP) depois de ter abandonado o filho, um bebê de quatro meses, durante a madrugada desta segunda-feita (25). Segundo a polícia, a mulher foi encontrada embriagada e disse à polícia que deixou a criança para ir ao forró.
Conforme a polícia, moradores do bairro Cidade Nova 1 ouviram o choro do bebê na rua Pedregulho, durante a madrugada, quando viram o carrinho do bebê na calçada.
A polícia foi chamada e encontrou a mãe com sinais de embriaguez. A mulher resistiu à prisão, mas foi levada para a delegacia.
O bebê passou por exames e está bem. Ele foi entregue a parentes e o Conselho Tutelar está acompanhando o caso.
A mãe foi liberada após uma audiência realizada na tarde desta segunda-feira. Ela pode responder por abandono de incapaz, maus-tratos e desacato e resistência.



* G1
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