Mostrando postagens com marcador PCC. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador PCC. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 29 de setembro de 2017

José da Penha/RN: homem alterado quebra moveis da casa, ameaça familiares e policiais dizendo ser membro do PCC



Na noite de quarta-feira(27) por volta das 19h05. A Polícia Militar de José da Penha foi solicitada para comparecer na Rua Vicente Miranda, onde familiares e vizinhos relataram que José Valdeir do Nascimento. 36 anos, se encontrava ingerindo bebidas alcoólicas e fazendo uso de som em alto volume na residência de seus pais, perturbando a vizinhança; quando orientado por familiares para baixar o som. Valdeir ficou revoltado e passou promover desordens e chegando a quebrar alguns móveis da casa de seus pais. Enfurecido, o mesmo continuou destratando seus familiares proferindo palavras de baixo calão e tentativas de agressões físicas, nem a presença dos militares intimidou o acusado e ao ser abordado passou a desacatar e fazer ameaça aos policiais que ao ser dado voz de prisão o mesmo ofereceu resistência, onde os policiais fizeram o uso da força para contê-lo.

Diante dos fatos, acusado e vítimas foram conduzidos para a Delegacia de Polícia Civil de Pau dos Ferros para que fossem adotadas as medidas cabíveis.

No trajeto de José da Penha à Pau dos Ferros, José Valdeir reforçava as ameaças aos policiais se dizendo ser da facção criminosa “PCC”.
LEIA MAIS

terça-feira, 19 de setembro de 2017

Criminosos que invadiram a Rocinha são de outras três favelas cariocas, diz delegado

Fardas também foram apreendidas durante a operação  (Foto: Alessandro Ferreira/G1)

Um dia após o confronto entre traficantes que levou pânico à Rocinha, comunidade em São Conrado, na Zona Sul do Rio, o delegado titular da 11ª DP (Rocinha), Antônio Ricardo, afirmou nesta segunda-feira (18) que investiga a atuação do Primeiro Comando da Capital (PCC) na comunidade. A polícia também apura quem está por trás da tentativa de retomada da favela pela quadrilha de António Francisco Bonfim Lopes, o Nem.

Embora não confirme que a facção criminosa paulista tenha influência na comunidade, a Polícia Civil já sabe que os criminosos que participaram da invasão à Rocinha partiram de três favelas controladas pela também facção criminosa ADA (Amigo dos Amigos): São Carlos, no Estácio; Vila Vintém, em Padre Miguel; e Macacos, em Vila Isabel

"Não sabemos ainda se o PCC atuou no confronto de domingo", disse o delegado, acrescentando que criminosos da facção paulista podem estar dentro da Rocinha.

Antônio Ricardo informou ainda que Rogério 157, indicado como um dos líderes da facção que domina a Rocinha, estaria escondido na parte alta da favela. "Moradores nos informaram também que Danúbia, mulher de Nem, continua morando na comunidade", complementou.

O delegado recebeu a imprensa nesta segunda após a polícia fluminense dar início a operação na favela. Ele informou que os confrontos já deixaram quatro mortos, dos quais dois tiveram os corpos carbonizados no domingo (17) e um foi morto nesta segunda-feira (18), em confronto com policiais militares.



Outros dois homens foram presos nesta segunda: Wilklen Nobre Barcelos, 20 anos, capturado em flagrante com uma pistola, e Edson Gomes Ferreira, de 30. Contra eles havia mandados de prisão por tráfico de drogas.

Mais dois suspeitos que participaram dos confrontos foram identificados por fotos, mas não tiveram os nomes divulgados. Segundo o delegado, eles foram apontados por dois homens que foram baleados pelos invasores, mas sobreviveram.

Fábio Ribeiro França, de 20 anos, o outro preso, foi encontrado em casa, na localidade Dionéia, com duas granadas e fardas camufladas, por policiais do Batalhão de Ações com Cães (BAC) da PM.

UPP sabia de invasão

A unidade de Polícia Pacificadora (UPP) da Rocinha já tinha a informação de que criminosos planejavam invadir a comunidade a qualquer momento, como revelou o Jornal Hoje desta segunda-feira (18).

O grupo se reunia num morro no Centro do Rio e esperava, a qualquer momento, entrar na comunidade de madrugada — como, de fato, fez no domingo de manhã (17).

Não houve nenhuma ação para evitar a invasão e os confrontos que aterrorizaram os moradores. Pelo menos 70 bandidos vieram de fora e se juntaram a outros na Rocinha.

O objetivo era retomar o território que tinha sido ocupado pelo traficante que sucedeu Antônio Bonfim Lopes, o Nem, que cumpre pena no presídio federal de Campo Grande. A UPP da Rocinha trabalha com 700 homens.

Os traficantes não se intimidaram com a presença da PM. Em uma das principais ruas de acesso, eles roubaram dois carros e passaram por viaturas da Polícia.

Os PMs não reagiram: se abrigaram e se esconderam. Um vídeo feito por militares numa pizzaria mostra os policiais recomendando aos outros que se escondessem.

Porta-voz da PM culpa Justiça

O porta-voz da Polícia Militar, major Ivan Blaz, também fez comentários sobre a operação. Ele disse que a corporação atuou corretamente para minimizar danos a moradores.

Disse ainda que 'decisões isoladas' da Justiça colocam bandidos perigosos em liberdade. Para o oficial, a Unidade de Polícia Pacificadora da comunidade atuou de maneira defensiva, visando estabilizar o terreno e minimizar danos colaterais.

Blaz afirmou também que a PM lida com a possibilidade de invasões às 1.200 áreas carentes da Região Metropolitana e que responsabilizar apenas a corporação é "muito pesado".

"Lidamos diariamente com um cotidiano de escassez e ainda assim conseguimos atuar no sentido de impedir que criminosos ajam livremente. Neste momento, por exemplo, trabalhamos aqui [na Rocinha] e em outras quatro áreas da cidade sob ameaça de confrontos", explicou Blaz.

O porta-voz da PM disse ainda que 300 PMs estão vasculhando a Rocinha nesta segunda-feira e sustentou que a atual guerra é fruto de "decisões isoladas" de juízes, que soltam criminosos sabidamente perigosos sem analisar o histórico deles.

"O juiz não pode decidir apenas com a letra fria da lei. É preciso considerar as investigações policiais sobre aquele elemento. Os criminosos que participaram do confronto aqui já haviam sido presos, mas foram soltos pela Justiça. E o resultado é esse que estamos vendo", sustentou.
RIO DE JANEIRO
















LEIA MAIS

Divisão de homicídios pede à Justiça mais tempo para investigar massacre de presos em Alcaçuz

Confronto de facções na penitenciária de Alcaçuz terminou com pelo menos 26 detentos mortos (Foto: Andressa Anholete/AFP)

Oito meses após o mais sangrento episódio da história do sistema prisional potiguar, ainda não há qualquer expectativa de quando os responsáveis pela matança de 26 presos dentro do maior presídio do Rio Grande do Norte serão punidos. Na última sexta-feira (15), diante da necessidade de mais tempo para apontar que foram os mentores e os executores do chamado 'Massacre de Alcaçuz', a

Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) solicitou um prazo maior para concluir o inquérito.

"Não estabelecemos o prazo no pedido. Quem define é o Poder Judiciário", pontuou Marcos Vinícios, responsável pelas investigações. Ainda de acordo com o delegado, o que se tem de concreto até o momento é o indiciamento, por homicídio, de cinco presos.

Pavilhões foram incendiados durante as rebeliões  (Foto: Elias Medeiros/G1)

Vale lembrar que outros 111 detentos chegaram a ser indiciados por danos ao patrimônio público – uma vez que grades foram arrancadas das celas, paredes derrubadas e pavilhões incendiados – mas o processo acabou arquivado por ausência de elementos que atestassem a materialidade e indícios de autoria.

 Cinco presos, apontados como chefes do PCC em Alcaçuz, foram retirados da penitenciária e transferidos para Rondônia   (Foto: Divulgação/GOE)
Cinco presos, apontados como chefes do PCC em Alcaçuz, foram retirados da penitenciária e transferidos para Rondônia (Foto: Divulgação/GOE)

Indiciados

Apontados como chefes do Primeiro Comando da Capital (PCC), facção rival do Sindicato do Crime do RN, os cinco detentos indiciados foram retirados de Alcaçuz ainda em meio ao calor das rebeliões e transferidos no final de janeiro para o Presídio Federal de Porto Velho, em Rondônia. São eles:

  1. João Francisco dos Santos, ‘Dão’, 30 anos. Condenado a 39 anos por ter matado o radialista F. Gomes, em Caicó. É natural de Caicó/RN.
  2. José Cláudio Cândido do Prado, ‘Doni’, 37 anos, nascido em 10/09/1979, natural de Campo Grande/MS. Condenado a 75 anos de prisão pela prática dos crimes de homicídio, roubo e tráfico de drogas.
  3. Paulo Márcio Rodrigues de Araújo, 31 anos: É preso provisório, ainda não foi condenado. É da cidade de Ipanguaçu/RN.
  4. Tiago de Souza Soares, ‘Decinho’, 30 anos, nascido em 05/12/1986, natural de Mossoró/RN. Condenado a 38 anos e seis meses pela prática dos crimes de homicídio e tráfico de drogas.
  5. Paulo da Silva Santos, ‘Paulo Fuzil’, 42 anos, nascido em 29/08/1975, natural de Linhares/ES. Condenado a 32 anos pelos crimes de extorsão e tráfico de drogas.
José Francisco dos Santos; José Claudio Cândido do Prado; Paulo Marcio Rodrigues de Araújo; Thiago de Souza Soares; e Paulo da Silva Santos são apontados como chefes do PCC dentro de Alcaçuz (Foto: Polícia Civil/Divulgação)
José Francisco dos Santos; José Claudio Cândido do Prado; Paulo Marcio Rodrigues de Araújo; Thiago de Souza Soares; e Paulo da Silva Santos são apontados como chefes do PCC dentro de Alcaçuz (Foto: Polícia Civil/Divulgação)




LEIA MAIS