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quarta-feira, 15 de novembro de 2017

Pai diz que encontrou o corpo da filha em fossa após receber prints de mensagens que teriam sido enviadas pelo genro


Letícia Helena é morta em Anápolis (Foto: Facebook/ Reprodução)

O pai da dona de casa Letícia Helena Feitosa Bastos, de 19 anos, contou nesta segunda-feira (13) que encontrou o corpo da filha dentro de uma fossa após receber prints de mensagens que teriam sido enviadas pelo genro, Lucas Dias Costas, de 19 anos, a outras pessoas, em Anápolis, a 55 km de Goiânia. Ao ser preso, o rapaz confessou que matou a mulher, jogou o corpo no buraco, ateou fogo e, em seguida, cobriu com entulho.

"Joguei o corpo e ficou duas horas queimando. Depois joguei um monte de entulho por cima. Nossa, eu tenho que sumir. Minha mãe nunca mais vai querer olhar na minha cara", diz a mensagem que teria sido escrita pelo jovem.

Robison conta que no dia 23 de outubro a filha foi à casa dele dizendo que realmente ia se separar. Na ocasião, o pai chamou Letícia Helena para ir para a fazenda passar uns dias , mas ela preferiu viajar para a casa da mãe, em Uruaçu, norte goiano.

Letícia Helena foi vista pela última vez em 31 de outubro, após voltar para Anápolis. Na ocasião, ela saiu da casa de uma amiga dizendo que ia encontrar o marido para que ele lhe entregasse o filho do casal, de 1 ano e 11 meses, pois ela havia viajado para a casa da mãe, e ele viajou com o bebê para a residência da sogra da vítima.

“Um dia antes do crime, ele mandou mensagem dizendo que amava minha filha e marcando o encontro para o dia seguinte. Ele manipulou tudo, usou o filho, usou o amor que ela tinha para acabar com a vida dela. Não conseguimos mais contato e começou o pesadelo”, disse o pai.

O pai da vítima relatou que, ao questionar o genro sobre o sumiço da filha, ele chegou a dizer que a deixou em um terminal de ônibus e voltou para Goianésia.

“Ele foi frio. Agiu como se nada tivesse acontecido e ainda disse que comeu um salgado e tomou um suco antes de deixá-la no terminal”, relatou o comerciante.


Relacionamento conturbado

Letícia Helena e Robison estavam juntos há cerca de 3 anos. De acordo com o comerciante, o casal já tinha se separado várias vezes, mas ela sempre era convencida a voltar para casa.

“Ela escondia tudo, não contava porque a gente era contra o relacionamento porque era muito tumultuado. Ela saia de casa, e ele ficava mandando mensagem que queria conversar e ligava. Ela era cega de amor”, contou Robison.

O pai contou que o genro chegou a ir à casa dele para convencê-lo que seria uma pessoa melhor para a filha. Inclusive, Letícia Helena o defendeu.

“Ela me disse: ‘Pai, se ele está falando que muda, vai mudar. Dá uma chance para ele, escuta ele, confia nas pessoas´. Eu disse que, sem em dois anos ele nunca mudou, não mudaria, mas que a decidão era dela”, disse.

Corpo na fossa

Robison contou que, por causa do estado de decomposição, o corpo da filha ainda não foi liberado para ser enterrado, pois é necessário comprovar que se trata da jovem.

O filho do casal, de 1 ano e 11 meses, estava junto com o pai e foi deixado na residência da família dele. O delegado disse que acionará o Conselho Tutelar para tomar as devidas providências. O pai de Letícia Helena afirmou que pedirá a guarda do neto.

Lucas foi autuado em flagrante por ocultação de cadáver, que é um crime permanente. O delegado também o indiciará por feminicídio e solicitou ao Poder Judiciário a prisão preventiva do jovem. O rapaz está detido no Centro de Inserção Social de Anápolis.

O comerciante espera que o criminoso siga preso. “Minha família está destruída. Espero justiça. Queria saber porque ele fez isso. Queria saber o motivo”, lamentou.


*G1 GO / Nosso paraná RN
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segunda-feira, 30 de outubro de 2017

Mulher é encontrada morta dentro de carro de mão na Zona Leste de Natal



Mulher é encontrada morta no Paço da Pátria, Zona Leste de Natal. (Foto: Reprodução/Inter TV Cabugi)
O corpo de uma mulher foi encontrado na tarde deste domingo (29) dentro de um carro de mão na comunidade Paço da Pátria, na Zona Leste de Natal. Segundo a Polícia Militar, a vítima estava sem documentação, o que impediu a identificação dela.


Coberto por um lençol, o corpo foi deixado na Travessa Ocidental de Baixo. Moradores, que por medo não quiseram se identificar, disseram à polícia que a vítima teria sido morta dentro da comunidade.


De acordo com o delegado Marcos Vinícius, titular da Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), a mulher tinha marca de um tiro próximo ao tórax.

*G1 RN
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sábado, 14 de outubro de 2017

Mulher é encontrada morta em estrada carroçável na zona rural de Marcelino Vieira/RN



Uma mulher foi encontrada morta com sinais de violência em uma estrada carroçável, na zona rural de Marcelino Vieira, região do alto oeste do Estado.

O corpo da vítima foi localizado na manhã de sábado (14), por volta das 06h, na localidade denominada Córrego do doido, no Sítio Coito, cerca de 300 metros da RN 079.

De acordo com a polícia, a vítima foi identificada como sendo Josefa Benuza de Oliveira , de 47 anos, conhecida como Núbia, que residia no Centro de Marcelino Vieira-RN. No local foi encontrada próximo a vítima uma pedra grande provavelmente usada para esmagamento do crânio e ainda pedaços de madeira. O corpo da vítima se encontrava seminu. 

A PM ao tomar conhecimento do fato solicitou apoio a Companhia de Alexandria e Destacamento de Pilões-RN, foram ao local e fizeram isolamento até a chegada de uma equipe do ITEP-RN.



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